segunda-feira, 4 de maio de 2009
REMOINHO
Eu queria ser o chão do orvalhar da madrugada,
a estrela da manhã por ti guiada, como ave desvairada
beijando o louco sabor doce de mel dos teus labios
sentindo o teu corpo fluir na minha cama desmanchada,
o teu cheiro, de corpo suado e cansado,
loucura eternecida que em sonhos antevejo,
no aperto seguro de nossos corpos flamejantes de desejo,
no remoinho da paixão desconexa, que sonha com o irreal,
só assim te relembro no meu pensamento,
como a tempestade de areia no deserto,
sufragando a minha alma que grita por ti.
Publicada por gramst em 19:10 0 comentários
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário