sábado, 1 de agosto de 2009
Asas cortadas!...
Sinto que queria ir… para onde não sei, queria ter asas voar para bem distante, num horizonte longínquo, deixar de sentir e de observar a natureza putrefaça humana, no ser no estar de vidas.
Queria voar tão alto mas tão alto que ao ter asas planava por esse mundo fora olhando bem longe no sonho de alcançar uma estrela que me envolvesse nas suas cinco pontas reconduzindo-me aos cinco continentes, alheando-me de tudo ao meu redor sorrindo ao mundo e esse me sorriria mas, apenas sonhos, que se desfazem como castelos de imensas nuvens em condensação que gotejam em vidas de lágrimas sentidas num esgar de dor e sentimentos de não conseguir voar ao alheamento de vida, essa apenas fica na certeza porque o sonho se desvanece ao sabor de ventos e tempestade, caindo no real apenas tenho a certeza que o sonho nunca se concretiza, acorda de uma vez com asas ou sem elas voa mas sabe voar, as asas foram cortadas por um relâmpago que originou um raio que só soube deixar incertezas que elas voltariam a crescer.
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