terça-feira, 13 de abril de 2010

UM DIA MORREU

MAIS UM DIA MORREU Segui minha alma sózinha Cansada de mais um dia Estranha esta minha vida Ora feliz, ou feita em melancolias. A tarde caíu! A é noite fria, escuridão cerrada, luar fugidio Chorando a saudade, Que por mim sentiu não quero ser lembrança, nem pouco amada. Esconderam-se as estrelas escuras e sentidas Choro eu e, choram elas Lágrimas de luz por nossas vidas. Coração em pranto Saudoso de claridade meu desespero é tanto?! Que nem cabe a saudade. Tristezas de naturezas cansadas como eu! nestas nuvens desesperadas que tristezas sofreu... Porquê? Porquê o desespero!? Em noite de horas mortas, A escuridão trazendo o frio fechei a portas. num lugar vazio. Nem sei o que quero ou tão pouco o que não quero. só espero as revezes da vida mesmo em segredos Sorrir-lhe, muitas vezes. O recomeço numa força de viver. Enfrentarei o amanhã se vier! Cansei-me do escurercer. Em repouso me deito. Se ao repousar morrer?! trei um morrer perfeito Tudo o que vivi é passado, na memória tudo é saudade. Não sou rosa, mas tenho espinhos Nascida no monte agreste Vivendo sem amor n em carinhos mendigando o pouco que não me deste.

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