quinta-feira, 16 de julho de 2009
ओल्हर Olhar
Neste lado onde me encontro identifico-me com a paisagem que me envolve, debruço-me na janela da alma e, vejo ondas ondulantes num mar de calmaria onde estas se esbatem em areias finas recuando em braços de espuma como abraços me dessem, acariciando o Ego do meu ser deambulando em mim como os momentos de felicidades vividos outrora.
Ao redor o tricolor me envolve num alcance visual de ambientes corridos, algazarras de bolas em pés levantando espirais de areias que nos vão ferindo os olhos, relembrando de onde viemos e para onde vamos como o barco que vejo nas ondulações calmíssimas imaginando rostos cansados de tanta azáfama desiludidos aportando ao cais de redes vazias, como as suas mãos em peles enrugadas curtidas pelo sol e vento que se faz sentir em tardes que me envolve no esvoaçar de um bando de pombos que se refugiam nos beirais dos telhados nas redondezas do meu alcance.
Na abrangência do meu olhar vejo gaivotas saltitando em montes de areias onde o mar se lembrou de deixar os seus despojos e, na expectativa do meu olhar espantado vejo o reencontro de bandos explanados juntando-se num emarear de sons gritantes pedindo de bicos abertos um pouco de alimento como palavras de alimentos pacíficos se tratassem no anzol do pensamento onde se desvia o poente do meu olhar.
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