Desacreditei
que sou gente…
que respiro…
que existo…
Arrasto-me nesta vida por obrigação, onde toco destruo como o vento dos uivos que se encostam aos meus latidos de cadela abandonada pela sociedade, social não sei ser, não sirvo para nada, comparando-me a um tufão que:
Onde toca destrói, provocando remoinhos de revoltas num mar bravo onde eu sei que um dia vou visitar as suas profundezas, naufragando como um barco e a esperança é que ninguém me encontre.
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