Num esgar de memória o meu pensamento voa, voos sem asas num relembrar de pensamentos de agonias e de tristezas, os meus fantasmas… esses persistem nos duradouros anos de vida, por mais que experimentemos concordar que toda e qualquer analogia têm o emprazamento de uma qualquer validade como qualquer código de barras, assim acontece na maioria das relações.
Na realidade esta confirmação faz todo o sentido, em todo e qualquer tipo de afinidades, amizades, amor, parentescos etc.! Sempre termina, nem que seja com a morte, soterrando-nos numa dor tão profunda que mais apetece partir.
Assim como a morte é para todo o sempre, existem excepções, há afinidades relacionais que mais parecem pelo seu prazo, queijo fresco, começam muito bem aprazíveis e tenrinhas mas, avinagram passados três dias, outras em contrário, são como alguns vinhos, acondicionados, acariciados e tratados convenientemente, melhoram todos os dias, outras parecem-se com vinho e transformam-se em queijo fresco, mesmo assim existe um alvitre intencionado neste engano e desengano fazendo parte de vivência aproveitando-a o melhor possível dure o que durar, surtindo o efeito de emoção vivida tristezas, segredos, emoções e medos, mas que são como as cordas de uma guitarra compondo uma balada só para mim, música para minha alma, como réplicas para todas as minhas verificações.
Sei que não emano amor, aquele absoluto em valor, não existe em minha alma, apenas a carne e a companhia imparcial de um no outro. Sinto saudades do calor, da presença, mas … sei que não é amor, jamais poderá ser, esse não cansa, enjoa ou fica estagnado, não mede esforços ou situações, não aprisiona, não suplica, apenas fica sempre por perto.
Queria-te para mim, mas não plenamente, os pedaços aspergidos de desejos, excitantes com um rumo em débil volúpia, mas nem posso atrever-me a pedir, mas queria provar, do teu céu do teu véu, transformado em mistério numa energia que me faz querer-te em mim, a subtil idade me atemoriza, mas conjuntamente me faz devassar, até onde vou e para onde iria!
Sei que são sonhos e aspirações, neste mundo cruel nada mais obtenho que o meu livre pensamento, aplacando a dor do momento sofrido, vivido na obstinação do meu ser, não me sei alhear e mendigando, implorando, esperando por aquilo que jamais terei, o teu Eu.
domingo, 9 de maio de 2010
O medo
Num esgar de memória o meu pensamento voa, voos sem asas num relembrar de pensamentos de agonias e de tristezas, os meus fantasmas… esses persistem nos duradouros anos de vida, por mais que experimentemos concordar que toda e qualquer analogia têm o emprazamento de uma qualquer validade como qualquer código de barras, assim acontece na maioria das relações.
Na realidade esta confirmação faz todo o sentido, em todo e qualquer tipo de afinidades, amizades, amor, parentescos etc.! Sempre termina, nem que seja com a morte, soterrando-nos numa dor tão profunda que mais apetece partir.
Assim como a morte é para todo o sempre, existem excepções, há afinidades relacionais que mais parecem pelo seu prazo, queijo fresco, começam muito bem aprazíveis e tenrinhas mas, avinagram passados três dias, outras em contrário, são como alguns vinhos, acondicionados, acariciados e tratados convenientemente, melhoram todos os dias, outras parecem-se com vinho e transformam-se em queijo fresco, mesmo assim existe um alvitre intencionado neste engano e desengano fazendo parte de vivência aproveitando-a o melhor possível dure o que durar, surtindo o efeito de emoção vivida tristezas, segredos, emoções e medos, mas que são como as cordas de uma guitarra compondo uma balada só para mim, música para minha alma, como réplicas para todas as minhas verificações.
Sei que não emano amor, aquele absoluto em valor, não existe em minha alma, apenas a carne e a companhia imparcial de um no outro. Sinto saudades do calor, da presença, mas … sei que não é amor, jamais poderá ser, esse não cansa, enjoa ou fica estagnado, não mede esforços ou situações, não aprisiona, não suplica, apenas fica sempre por perto.
Queria-te para mim, mas não plenamente, os pedaços aspergidos de desejos, excitantes com um rumo em débil volúpia, mas nem posso atrever-me a pedir, mas queria provar, do teu céu do teu véu, transformado em mistério numa energia que me faz querer-te em mim, a subtil idade me atemoriza, mas conjuntamente me faz devassar, até onde vou e para onde iria!
Sei que são sonhos e aspirações, neste mundo cruel nada mais obtenho que o meu livre pensamento, aplacando a dor do momento sofrido, vivido na obstinação do meu ser, não me sei alhear e mendigando, implorando, esperando por aquilo que jamais terei, o teu Eu.
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