quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Esperança

De tanto sussurro andante vi teu mundo num soneto De amor e poesia espraies-me em sonhos debilitando o meu ser Umas, poucas novas criações e a originalidade da esperteza nacional uns sussurros diminutos de jardim, uma flor! alguma inspiração que em mim arraigou e uma missiva esmaecida que não li Umas brumas de amores em fragrância e as coisinhas banais do dia a dia outras mais circunspectas do calado ressentido, do enigma avolumado e débil desse meu debilitado coração de carne e sonho De tudo, tudo semelhante ao que te queria dizer fiz um recanto, em criança, tão meu e estreito, tão escasso! que me comove, que abala só a ideia de sabê-lo ao tablado dos teus olhos Esses mesmos... que em folguedos escondem a minha dor…. E, um silêncio que ainda quero tanto te descrever!

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