De tanto sussurro andante
vi teu mundo num soneto
De amor e poesia
espraies-me em sonhos
debilitando o meu ser
Umas, poucas novas criações
e a originalidade da esperteza nacional
uns sussurros diminutos de jardim, uma flor!
alguma inspiração que em mim arraigou
e uma missiva esmaecida que não li
Umas brumas de amores em fragrância
e as coisinhas banais do dia a dia
outras mais circunspectas do calado ressentido,
do enigma avolumado e débil
desse meu debilitado coração de carne e sonho
De tudo, tudo semelhante ao que te queria dizer
fiz um recanto, em criança,
tão meu e estreito, tão escasso!
que me comove, que abala só a ideia
de sabê-lo ao tablado dos teus olhos
Esses mesmos... que em folguedos
escondem a minha dor….
E, um silêncio que ainda quero tanto te descrever!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Esperança
De tanto sussurro andante
vi teu mundo num soneto
De amor e poesia
espraies-me em sonhos
debilitando o meu ser
Umas, poucas novas criações
e a originalidade da esperteza nacional
uns sussurros diminutos de jardim, uma flor!
alguma inspiração que em mim arraigou
e uma missiva esmaecida que não li
Umas brumas de amores em fragrância
e as coisinhas banais do dia a dia
outras mais circunspectas do calado ressentido,
do enigma avolumado e débil
desse meu debilitado coração de carne e sonho
De tudo, tudo semelhante ao que te queria dizer
fiz um recanto, em criança,
tão meu e estreito, tão escasso!
que me comove, que abala só a ideia
de sabê-lo ao tablado dos teus olhos
Esses mesmos... que em folguedos
escondem a minha dor….
E, um silêncio que ainda quero tanto te descrever!
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