sábado, 20 de novembro de 2010

Neste 18 quis encontrar-te num renascimento invulgar Não cresci, não amei, desapareci como ninguém Por te amar ainda não aceitei. * Olhei para os céus e vi tua imagem nas nuvens, E, percebi que o chão já não me pertencia. Impulsionada pela leveza dos sentimentos, Voei alto em busca da tua magia. * Sem minha sombra companheira, Procurei-te pelas nuvens, Gritei, chorei mas não te encontrei * Sem o ar que respiro, Ignorei a gravidade, Subi à lua e só encontrei mais saudade. * Fui além, subi ao sol E seu calor pude sentir, Mas lá tu não estava, ou não me quiseste ouvir. * Vaguei pelas estrelas, Desprezando o tempo, o espaço e a razão, Até crer que foi tudo em vão. * Já distante, daquele sentimento profundo, Senti o peso da desesperança, E cai nas profundezas deste mundo. * Despedaçada no fundo desta terra, Luto para renascer, Sem a esperança de um dia voltar ver-te. * Apenas nesta procura te poderei Revisitar minha vida é sofrida Neste amor invulgar. * Sonho com a aproximação do teu eu com o meu Vejo no meu coração Que partir é a melhor solução. * Vou tentar voar mais alto Ver o mar e a terra Olhar com o coração. * Seguindo a estrada Entrando a contramão Vi o teu sorriso acalorando meu coração. * Sorrio no reencontro De esperança sofrida Encontrando-te sem despedidas. Para ti meu grande amor que partiste para sempre há seis Outonos, tudo o que eu escreva será inglório apenas o amor que te dedico nunca será provisório, fazes-me falta…

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