Eu prometi que nunca mais te ligava prometendo que nada queria saber de ti, mas mente vazia o despertar no imaginável fez o contrário a preocupação é constante mesmo não a merecendo.
Encosto o meu olhar ao teu na imaginação da minha mente e revejo os olhos lindos que me fizeram sonhar e contemplar nuvens em dias de sol, rebrilhando em uníssono dentro do teu e meu/ nosso olhar
Amei-te como nunca, numa promessa desmedida de nunca me deixares como se no mundo mandasses, adoraria que assim fosse, mas há e existe algo que manda mais que tu que eu e, nesse amor desmedido de outrora revi-me em desventuras de partidas e chegadas, sem encontros e num desencontro contextualizado de vidas.
Olho ao redor e relembro aquele canto bem perto do nosso lar que se estende pela imensa verdura e nos sentávamos apanhando banhos de sol, fazendo projectos para os rebentos da nossa carne sempre numa super vigilância de preocupação de mãe.
Sorriamos, vivíamos, pobres mas felizes, numa consistente vida de confiança e amor, o amor da entrega e da dádiva sem mecanismos e entraves, consolidando dia após dia os votos que nós fizemos um ao outro no nosso segredo mutuo de inicio de vida, não só amar mas saber estar e compreender em rochosa confiança mutua e, assim seguimos em frente até ao dia que o Outono se lembrou de deitar uma lágrima pelo seu disfarçado rosto, numa nuvem intransponível da qual não consigo sair sem me machucar.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Imaginação
Eu prometi que nunca mais te ligava prometendo que nada queria saber de ti, mas mente vazia o despertar no imaginável fez o contrário a preocupação é constante mesmo não a merecendo.
Encosto o meu olhar ao teu na imaginação da minha mente e revejo os olhos lindos que me fizeram sonhar e contemplar nuvens em dias de sol, rebrilhando em uníssono dentro do teu e meu/ nosso olhar
Amei-te como nunca, numa promessa desmedida de nunca me deixares como se no mundo mandasses, adoraria que assim fosse, mas há e existe algo que manda mais que tu que eu e, nesse amor desmedido de outrora revi-me em desventuras de partidas e chegadas, sem encontros e num desencontro contextualizado de vidas.
Olho ao redor e relembro aquele canto bem perto do nosso lar que se estende pela imensa verdura e nos sentávamos apanhando banhos de sol, fazendo projectos para os rebentos da nossa carne sempre numa super vigilância de preocupação de mãe.
Sorriamos, vivíamos, pobres mas felizes, numa consistente vida de confiança e amor, o amor da entrega e da dádiva sem mecanismos e entraves, consolidando dia após dia os votos que nós fizemos um ao outro no nosso segredo mutuo de inicio de vida, não só amar mas saber estar e compreender em rochosa confiança mutua e, assim seguimos em frente até ao dia que o Outono se lembrou de deitar uma lágrima pelo seu disfarçado rosto, numa nuvem intransponível da qual não consigo sair sem me machucar.
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