Hoje penso em ti... no de ti em ti bem nem sei confusão de neurónios, misturas de sons em desafinações de palmas e penso num aplaudir estranho estrondoso onde cais-te num sonho de vaidade de estereótipos recriados por ti, hoje és o que não és… difícil de te entender, mas finjo que te entendo, ficas contente e, eu hipocritamente faço-te o jeito da compreensão, mas sabes porquê, és intragável, em aferroa - delas verbais, só por isso mesmo…
Tens a péssima mania de dizeres
tudo é meu e de mais de ninguém .
Assim leva contigo o sofrimento e também o fingimento.
Faz bom proveito do que sobrou da carcaça velha e envelhecida.
Sê feliz
Lambuza-te em injúrias e lamúrias de desamores, embriagando-te em fel de ilusões.
Agarra tudo o que é teu venceste, mas agarra bem forte, pode escapulir-te.
As tuas palavras são cristais, algumas punhais, outras incêndios e outras orvalho, apenas.
E nestas palavras recriadas e editadas por ti como um gladiador numa luta de corpos procuras a imposição, essa eu não aceito a minha negação passa pela a aceitação da vontade e liberdade, essa tu nem respeitas, mas impões o teu respeito.
Na ideia
No comportamento crias estigmas.
E o estereótipo robotiza-se deixando de ser gente, manipulando a mente e, aumentando o amedrontar de não te querer pertencer.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Estériotipo robótico
Hoje penso em ti... no de ti em ti bem nem sei confusão de neurónios, misturas de sons em desafinações de palmas e penso num aplaudir estranho estrondoso onde cais-te num sonho de vaidade de estereótipos recriados por ti, hoje és o que não és… difícil de te entender, mas finjo que te entendo, ficas contente e, eu hipocritamente faço-te o jeito da compreensão, mas sabes porquê, és intragável, em aferroa - delas verbais, só por isso mesmo…
Tens a péssima mania de dizeres
tudo é meu e de mais de ninguém .
Assim leva contigo o sofrimento e também o fingimento.
Faz bom proveito do que sobrou da carcaça velha e envelhecida.
Sê feliz
Lambuza-te em injúrias e lamúrias de desamores, embriagando-te em fel de ilusões.
Agarra tudo o que é teu venceste, mas agarra bem forte, pode escapulir-te.
As tuas palavras são cristais, algumas punhais, outras incêndios e outras orvalho, apenas.
E nestas palavras recriadas e editadas por ti como um gladiador numa luta de corpos procuras a imposição, essa eu não aceito a minha negação passa pela a aceitação da vontade e liberdade, essa tu nem respeitas, mas impões o teu respeito.
Na ideia
No comportamento crias estigmas.
E o estereótipo robotiza-se deixando de ser gente, manipulando a mente e, aumentando o amedrontar de não te querer pertencer.
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