Um dia bem longo por sinal, seria um dia igual a, muito outros de vinte e quatro horas, mas um dia pela sua particularidade que foi infindável, pelo menos para mim, na sua singularidade faz-me despertar muitos sentimentos, estes estavam bem arrumadinhos e, no raio de um Clix despertou algo no melhor e no pior, num existencial incómodo e, sem muito sentido, digo eu.
Ao mendigar um afecto, o olhar num carinho que não revejo e sinto distâncias, complementaridades de ideias de vivências desencontradas e, sou deveras incompreendida, vendo e observando, numa “canalização” linguística em ideias diferentes, divergentes de mentalidades, mais abertas ou fechadas, tudo se integra no meu Eu, no meu mundo.
A esse já me habituei, sorrio sem alegria, num simples sorriso comparado com as flores que cultivo no jardim imaginável da mente, envolta de pétalas floridas onde mergulho num perfume que me inebria o ser, desperto não querendo despertar, sendo que um rumo hei-de dar, numa dor, num contexto, ao olhar que este meu dia será sempre um dia a recordar, não posso de maneira alguma olhar e esconder-me em sentimentos que pela sua natureza são criticados, amarfanhados e espezinhados, por palavras que doem mais que mil bofetões.
Abro a minha mente/alma e, num escrever escondido em emoção revolta de sentir a tua incompreensão, o Eu estará sempre aqui, noutro espaço ou quiçá, saberás onde me encontrar e, que sei eu de ti nada vazios, ideias de um sonho pela noite dentro, porque o dia está a raiar, olhar envolto numa tristeza sabendo que foi um dia transformado em sonho da noite num ano que ainda surgirá, um dia!...
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