quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Tramas
O amanhã irá chegar, envolvendo-me num pensar cansado de remar contra marés e tempestades, ver este país que não foi bom mas, que dia a dia vejo piorar, antes não falávamos, hoje falamos demais, ou demais falamos, isso apenas passa por demagogias em purezas de pensamentos.
Quem pensa e se atreve a pronunciar o seu pensamento, ou o pensamento é valido apenas por si, vive pior que o antes, numa fase de amedrontamento, pior que aquela que passou outrora e, nem digam que é mentira, vivemos numa caixa camuflada repressiva, estagnada por imoralidades da valorização de palavra humana, essa outrora tinha peso, hoje o peso rompe e corrompe tudo e todos, ou todos se deixam corromper, regras sem excepção são raras.
O sonho desaba, sem desabar o meu eu, a fortaleza do meu ser busco-a numa interiorização mental de uma ideologia de vida pura, ou vice-versa e, ao olhar o horizonte rebusco o ser siderado num valor moral de princípios de eu ser por si só, eu mesma, o meu mundo real que renego na mentira e falsidade hipócrita que me rodeia, por interesses mais altos do cosmopolitismo oportunista de quem comanda esta nau que vai tremendo dia após dia, neste rebentar de ondas transformadas em gigantes “Adamastores” sem botes por mais que tente avistar ou avistá-los (as), avisto cordeiros vestidos de peles de lobos ou luveiros, transformados em anhos mansos tal qual campainhas sinalizando o trilho caminhante das pastagens envoltas em negruras de chamas numa dor de lamento.
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