segunda-feira, 29 de junho de 2009
पोंतो फिनल!...
Acabou, 5 letras que doem como o raio, esse mesmo, o raio da sorte do sofrimento do ser e existir, doeu a maneira do despir os sentimentos, aquele gozo mecânico que comandou a vida deixou de existir, o porque e os porquês são teus, respeito apenas não entendo.
Fui pedra rasgada de sapato entalado de rodas vividas em solo estragado, não fui pássaro, apenas pretendi ser gaivota e mesmo assim fui varrida pela tempestade, não de areia nem de vento a aragem marítima até está calma…, a humana é o que é “adidof”, sentimentos de dor e raiva mas, novo dia irá nascer, sobrevirei ao raiar de uma nova aurora…pensando no ponto final.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem duvida, concordo contigo pois a "tempestade humana" é o pior dos furacões que um ser finito pode padecer...
ResponderEliminarBem haja, hirta e firme nas convicções k levarão essa veia poetica ao limair do impossíevl...BJ amigo
Dificil, é sem dúvida ler estes textos e ficar impassivel. O sentimento é descrito de forma tão palpável que se sente independentemente de se conhecer quem o sente ou escreve. O físico retrai-se e comunga de modo imenso o que é descrito como a existência que perdura para além do sentimento. Palavras são dificeis e nada como o sentir para o explanar. Os porquês e a negação são factos. Experiências que, de um todo, são junções de partes feridas sem que qualquer delas seja cicatrizável antes de mais algo lhe seja sobreposto. Poesia é a única arma. Escrever talvez seja o antídoto. Que fazes muito bem.Independente dos factos e do que lhe dá origem. Que não seja só por isso. Escreve. Dá gosto ler-te. Continua.
ResponderEliminarCarlos - O momento