domingo, 28 de junho de 2009

Distâncias

Sinto a distância do teu ser, a mim tal não me satisfaz, sonho com o mundo… na ilusão mas tu não entendes este meu mundo, na tristeza de ser o que sou, no que me transformei a metamorfose de vida o envelhecer de, são complementos do meu Eu, dizer-te que vou mudar não posso, sorrir para ti, sofrer em silêncio a minha alma torturada o meu despertar adormecido foste tu que o fizeste reviver, mas para quê, voltar para a inércia e, morrer fazer coisas pela carência voltando a morrer no sonho e, desejar-te no meu espaço no meu canto no meu idílio só no sonho do faz de conta, somos loucos, adultos e irresponsáveis, (EU) ao sonhar com o impossível tu ao mostrar-me o que é viver mesmo na distância, temos muito a separar, vidas destroçadas, raivas escondidas, não digas que não é verdade (EU), senti pela tua maneira de te expressares, tomas tudo pelo mesmo… Gostei de brincar, adorei ver-te, principalmente o teu olhar guloso, o sorrir, mas…, o recuar foi de sofrimento para mim, tudo é assim há que existir ponderação… tu não me conheces pessoalmente como eu também não te conheço mas, os tabus foram um pouco separados, abri-mos o jogo e, que jogo de despertar o adormecido. Mentiria se dissesse que não gostei mas, o choque inicial foi horrível toda tremi, não sei o porquê ainda penso, fizeste com que pensasse, sentisse coisas que não me aconteciam há muito tempo, lembrar do bom do óptimo e do excelente, para quê? tu aí, eu aqui, vivendo a incerteza do tudo ou nada na gratificação do existires e de me mostrares que vivo, a isso agradeço-te, hoje sinto a metamorfose do meu ser em revoltas de sentimentos, falhas ignóbeis na transmissão de sonhar que o firmamento de um azul celeste se transforme no cinzento da minha mente.

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